Pisões, o dia dos 7000, parte II o massacre continua
Em cima coloco a fotografia de uma truta bebé capturada por mim num rio de águas cristalinas localizado em parte incerta, em parte incerta porque se por um lado a net é uma excelente ferramenta de busca e partilha de informação por outro pode-se tornar uma arma de destruição que já descaracterizou muitos pesqueiros sejam eles marítimos ou de águas “ interiores”.
A foto da truta na minha mão representa única e exclusivamente a fragilidade dessa espécie e a mensagem que está nas mãos de todos nós preservar e respeitar esse ser.
Infelizmente a realidade não espelha este pensamento.
Na ultima semana continuaram a chover noticias das pseudo pescarias( leia-se massacre) da Albufeira de Pisões, com direito a novas reportagens televisivas, quero pensar que a qualidade do jornalismo nacional não é nem pode ser tão fraco como aquele que eu assisti sobre este tema, denotou uma falta de conhecimento grave sobre o assunto abordado, péssimas reportagens que espelham a realidade de muitos pescadores Portugueses( entenda-se individuos que vão à pesca para matar e beber uma cervejas), uma realidade que recuso-me alguma vez a ser conotado, uma realidade que nunca me irei rever. O jornalismo deve ser encarado com seriedade se não é mentira que as reportagens limitaram-se a expor os factos acontecidos ( a pedra basilar do jornalismo) é uma verdade irrefutável que os jornalistas podiam ter ido bem mais longe, se tivessem estudado a matéria poderiam ter feito perguntas bem mais pertinentes: um exemplo” o srº pescador não sabe que é proibido pescar com 5 canas?” Pedia-se bem mais do jornalismo nacional.
Até do estrangeiro através de amigos e familiares as perguntas iam chegando sobre que diabo se passou naquela albufeira, ao que eu fui retorquindo com uma breve explicação e terminado a mesma com a palavra massacre
Devido a episódios como este o verdadeiro pescador nacional continua a ser descrito como aquela personagem que passa horas infinitas a olhar para uma cana à espera que o peixe morda.
A verdade é que já existe um numero significativo de pescadores que pensa que o futuro será negro se nada mudar, é nossa obrigação começar a virar a página, se o exemplo não parte do estado terá que começar de nós, espalhando a palavra, PRESERVAR.. podemos ainda ser poucos no universo total dos pescadores nacionais mas algo conseguiremos influenciar.
A foto da truta na minha mão representa única e exclusivamente a fragilidade dessa espécie e a mensagem que está nas mãos de todos nós preservar e respeitar esse ser.
Infelizmente a realidade não espelha este pensamento.
Na ultima semana continuaram a chover noticias das pseudo pescarias( leia-se massacre) da Albufeira de Pisões, com direito a novas reportagens televisivas, quero pensar que a qualidade do jornalismo nacional não é nem pode ser tão fraco como aquele que eu assisti sobre este tema, denotou uma falta de conhecimento grave sobre o assunto abordado, péssimas reportagens que espelham a realidade de muitos pescadores Portugueses( entenda-se individuos que vão à pesca para matar e beber uma cervejas), uma realidade que recuso-me alguma vez a ser conotado, uma realidade que nunca me irei rever. O jornalismo deve ser encarado com seriedade se não é mentira que as reportagens limitaram-se a expor os factos acontecidos ( a pedra basilar do jornalismo) é uma verdade irrefutável que os jornalistas podiam ter ido bem mais longe, se tivessem estudado a matéria poderiam ter feito perguntas bem mais pertinentes: um exemplo” o srº pescador não sabe que é proibido pescar com 5 canas?” Pedia-se bem mais do jornalismo nacional.
Até do estrangeiro através de amigos e familiares as perguntas iam chegando sobre que diabo se passou naquela albufeira, ao que eu fui retorquindo com uma breve explicação e terminado a mesma com a palavra massacre
Devido a episódios como este o verdadeiro pescador nacional continua a ser descrito como aquela personagem que passa horas infinitas a olhar para uma cana à espera que o peixe morda.
A verdade é que já existe um numero significativo de pescadores que pensa que o futuro será negro se nada mudar, é nossa obrigação começar a virar a página, se o exemplo não parte do estado terá que começar de nós, espalhando a palavra, PRESERVAR.. podemos ainda ser poucos no universo total dos pescadores nacionais mas algo conseguiremos influenciar.




