domingo, 1 de novembro de 2015
Pluma, seda y acero. las moscas del Manuscrito de Astorga.
Com a aproximação de dias mais Invernosos há uma maior disponibilidade para arrumar o nosso canto de pesca que tem sempre algo para arrumar, lubrificar um carreto, montar uma pluma, trocar um triplo oxidado mas também para ler..
Hoje deixo aqui a referencia a um grande livro com um enorme trabalho de José Luis Garcia :
Pluma, seda y acero. las moscas del Manuscrito de Astorga.
Durante 16 anos José Luis dedicou-se a montar as 36 moscas que fazem parte do Manuscrito datado de 1624 e cuja origem se atribui ao Asturiano Juan de Bergara.
quinta-feira, 29 de outubro de 2015
Damsels in Distress
Para quem não conhece fica um dos vídeos mais bonitos que já vi, podia ser em Portugal só não o é porque não querem.
Ver, apreciar e reflectir...
Damsels in Distress from Sharptail Media on Vimeo.
Damsels in Distress from Sharptail Media on Vimeo.
terça-feira, 27 de outubro de 2015
O maior segredo da pesca
Há um género de obsessão na pesca que nos faz estar num
estado permanente de inquietude, pelo menos a mim, e só o contacto com a água
acalma a mesma.
Tenho por hábito dizer que não gosto de apanhar peixes por
cansaço, por isso é que raramente as saídas de pesca não duram muito mais que
duas horas, gosto de somar todas as variáveis, ponderar os vários cenários e
fazer as minhas previsões e apostas… Quando vou pescar levo sempre vários
planos na minha mente, o principal é o pesqueiro, por norma saio já com o destino fechado, claro que o mais importante é uma analise in loco do estado do pesqueiro para tomar a decisão final
mas vou pescar sempre com a ideia de 2 ou 3 pesqueiros, em primeiro lugar
porque corro o risco de quando chegar ter o pesqueiro ocupado por outro
pescador e em segundo convém sempre ter planos alternativos porque as previsões das mais variadas
ferramentas de previsão meteorológicas falham por vezes redondamente. Claro que
nem sempre foi assim por tempos houveram que se pudesse dormia em cima do mar mas foram esses mesmos tempos que me fizerem concluir que o mais importante é estar no sitio certo à hora certa do que efectuar epopeias de horas a pescar.
Quem aposta nos pontos de água para fazer as suas incursões
tem que ter isso em mente, fazemos a nossa aposta e a janela de oportunidade de
captura é pequena, por isso convém ir preparado para a decisão de ter que mudar
rapidamente de local se as variáveis não são as que prevíamos.
Capturar peixe é fantástico, capturar peixe porque fizemos
as coisas bem para mim tem um sabor diferente.
Há pescadores que tem os seus pesqueiros favoritos, os seus
quintais, claro que eu tenho as minhas preferências muitas das mesmas até por
uma questão de comodidade de deslocação mas longe vai o tempo de ficar
aborrecido por ver os pesqueiros ocupados, se antes ficava furioso agora pego
no carro e sigo destino, por norma isso acontece por pescadores que só aparecem
quando sabem que dá peixe, na realidade é natural que os pescadores apareçam
para pescar quando sabem que dá peixes, por outro lado acabam muitas vezes sem
saber a verdadeira razão porque deu peixe, quando o peixe falhar nesses
pesqueiros ou ficam à espera de saber onde deu peixe novamente para ir pescar
ou nem sabem para onde vão pescar se o quiserem fazer, andam um pouco às cegas.
Pode ser até ser um pouco duro afirmar isso mas é uma constatação da realidade, andar atrás de peixes que já saíram não faz o meu género..
Como na vida na pesca não penso de maneira diferente, não
gosto de andar às cegas, à espera de golpes de sorte, de viver segundo a
opinião de outros, gosto de ouvir mas jamais serei uma cópia de alguém, na pesca
passa-se muito isso, por vezes há pescadores que olham para outros e tentam
seguir os seus passos, na grande generalidade vão tentar ser uma cópia de outro
e as cópias nunca serão melhores que os originais, nada disso invalida que
devemos aprender com todos porque na realidade com todos se aprende e no dia
que pensarmos que sabemos tudo ou que somos os maiores da nossa rua estamos
condenados à estagnação ou a uma evolução muito lenta, e se existe desporto em
que facilmente levámos um banho de humildade é na pesca.
Este ano pouco pesquei nos meus pesqueiros mais frequentes,
por vezes é bom procurar sucesso onde poucos o procuram ou visitar velhos pesqueiros conhecidos, se por um lado há pesqueiros muito bons por outro existem muitos
por descobrir, e o grande problema dos pesqueiros é que há muito por escolher
mas não se dão a conhecer de um dia para o outro, ou alguém nos explica como se
faz e quando fazer ou é um conhecimento que não se ganha rapidamente, seja em
Portugal ou do outro lado do mundo todas as massas de água tem as suas manias
ou segredos.
Se me perguntarem se guardo segredo de amostras honestamente
não, guardo segredo das manias dos pesqueiros porque se algumas manias me foram
ensinadas por pescadores a quem devo muito outros tantos foi porque perdi centenas
de horas para os conhecer e acho que a partilha de informação é saudável mas por outro lado pescador que se preze tem que saber fazer o seu caminho, procurar os peixes e os padrões..
Todos ouvem falar de pesqueiros quentes, seja em Vila Nova
de Gaia seja no extremo de Portugal mas esses pesqueiros são bons quando? Com
marés altas ou baixas? A meter água ou na vazante? Meia maré? Pode ser… Mas a
vazar ou a encher? Na Primavera? No Verão quando tem laminárias? Com vagas de
dois metros ou com mares derretidos? Porque meteu areia, porque a tirou?
Encostou comedoria? Com águas limpas? Ou pede águas mais fechadas? Com vento
Sul ou Norte, e de Oeste já não é bom? O Pesqueiro tem areão? Na altura da
desova ou em Agosto?
Parece um exercício disparatado mas quem registar as suas
jornadas de pesca com sucesso e grades ao fim de anos vai retirar conclusões,
se vale a pena ou não mais uma vez ficará ao critério de cada um..
Como cada um encara a pesca à individualidade diz respeito,
se para uns é redutor para mim é de uma complexidade extrema, não me chegam
justificações vagas por muito que corra o risco de por vezes tentar encontrar
um explicação no injustificável ou complicar o que simples é ,quando não capturámos nada e carregamos uma grade
por norma atirámos para o ar que a culpa é do vento, a água não estava a fazer
jeito ou então estava muito fria, se o período da vaga é pequeno muitas das
vezes foi grande demais e ainda há a famosa lua .. Pois bem quando não apanhamos
peixe encontrámos quase sempre uma desculpa para o insucesso porquê não pensar
ao invés?
O que nos levou a apanhar os peixes?
O maior segredo da pesca são os padrões dos pesqueiros,
sabendo os mesmos temos 80% da captura efectuada.
Ao longo do tempo muitas das vezes penso que já encontrei a
resposta para muitas questões mas há sempre algo que me faz efectuar uma
pergunta diferente, por isso é que a pesca é uma obsessão porque por mais
respostas que encontre continuo sempre a encontrar novas perguntas.
E na pesca quem tem mais perguntas que respostas muitas das
vezes apanha mais peixe, apenas porque procurou as respostas..
Procurar as respostas para encontrar os padrões dos pesqueiros e dos peixes é o maior segredo da pesca..
terça-feira, 20 de outubro de 2015
sexta-feira, 15 de maio de 2015
APIA Foojin´R, Best Bower 103 MLX
Todos os anos são lançadas no mercado inúmeras novidades
para todos os gostos , felizmente ou infelizmente enquadro-me naquele lote de
pescadores que andam sempre à procura de alguma novidade ou algum upgrade .
Quando falamos de canas longe vão os tempos em que os
pescadores não estavam informados sobre as mesmas ou tinham dúvidas sobre
aquilo que realmente queriam.
Todos os anos saem novos modelos de canas, muitos dos quais
muito interessantes para a pesca que pratico mais vezes: o spinning aos robalos
desde a costa, como é habitual vou caindo na tentação de adquirir algum modelo
que me desperte mais a atenção.
Há várias canas no mercado para a mesma situação e ambiente
de pesca que queremos, tudo depende do que queremos e do valor que estamos
dispostos a pagar.
Já aqui o disse que conforme os pesqueiros que frequento e
condições que vou enfrentar vario o material que utilizo, sempre dependi que os
pescadores de spinning tivessem várias canas e várias opções, houvesse dinheiro
para sustentar esse apelo mas também necessidade.
Uma das dificuldades que sempre encontrei foi encontrar uma
cana na ordem dos 3 metros que me permitisse pescar com eficácia com
artificiais de peso médio, até às 30 gramas, com potencia suficiente para lutar
com exemplares grandes e uma grande sensibilidade para pescas mais técnicas e
nocturnas.
Fiz várias experiencias mas nada que me satisfizesse por
completo, pelo menos para o valor que estava disposto a dar por ela.
Este ano tropecei na Apia e houve uma cana que me chamou a
atenção a Foojin´R, Best Bower 103 MLX, com 168 gramas de peso, um cw de
6>35 gr, equipada com passadores FUJI K e porta carretos FUJI VSS16, parecia
ser uma cana que se enquadrava no que pretendia.
Desde inicio fiquei surpreendido com a sua capacidade de
lançamento, fosse um vinil de 10 gramas ou um jerk de 30 gr, alta sensibilidade
a qualquer vibração ou toque sentido e a facilidade com que animava certas
amostras deixaram-me encantado, faltava o grande teste, saber como se portaria
com peixes mais fortes e nada como o após desova para sentir os peixes a pedir
linha.
O teste chegou e passou com distinção, na realidade cada vez
mais o spinning se tornou especializado, as marcas já o assumiram, passou a ser
uma técnica de nichos para uma paixão de massas e a especialização e evolução dos
materiais seguiram o seu curso.
Em breve falarei de um carreto que muito me surpreendeu e me
fez voltar atrás no tempo..
Boas pescas
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015
Abertura da pesca às trutas 2015
A poucos dias do levantamento do defeso da pesca às trutas em Portugal Continental é natural que o nervoso miudinho se vá apoderando de muitos.
Confesso que já não vivo com a mesma ansiedade de outros tempos, muito em parte porque a idade nos vai ajudando em algo mas no fundo o desejo de calcorrear uma margem de um rio com águas límpidas , rápidas e bravas continua sempre lá.
Para mim o dia de abertura é sempre reservado para a companhia do meu Pai e Irmão, de quando em vez lá nos acompanham amigos, as coisas são sempre feitas com calma, descontracção e sempre boa disposição, esta data acaba sempre por ser mais uma reunião familiar entre outras, em moldes diferentes unidos por uma paixão comum transmitida pelo meu Pai.
As previsões são de alguma chuva, não me parece que seja o diluvio do ano passado, na maior parte dos casos a mesma vai ajudar nas capturas, os caudais de muitos rios também estão relativamente estáveis e apropriados para a altura do ano, por isso acredito que muitos pescadores poderão fazer o gosto ao dedo no próximo Domingo.
Em capturas este dia nada me diz, como antes disse é mais um ritual do que propriamente uma jornada de pesca com expectativas em alta.
É um dia de corridas nos rios, aglomerados de pescadores e muitos carros estacionados nas margens em pontos estratégicos, como irei efectuar a abertura em águas livres de certeza que encontrarei alguns pescadores velocistas, aqueles que gostam de lançar num spot e correr durante 150 metros para serem os primeiros a lançar num spot mais apropriado, compreendo essa atitude em miúdos de 14 anos, em adultos já me custa um pouco mais , o porquê desse acto até entendo, a abertura das trutas vai matar a fome a muita gente em Portugal...
Quando alguém me conseguir explicar o porquê de alguém efectuar largos km de carro, pagar portagens, alguns pagarem o almoço num restaurante e voltarem para casa com uma ou duas trutas de 20 cm no cesto eu provavelmente irei ter uma mente mais aberta e compreensiva para a pesca com morte em águas livres...
Ao contrario do que possam pensar quando me cruzo nos rios com outros pescadores, falo com todos, claro está se a conversa se proporcionar, dá-me no mesmo se pescam com minhoca ou à pluma, para mim são todos pescadores de trutas a fazerem aquilo que gostam e que lhes dá prazer.
Quando posso lá vou incitando a pesca sem morte, não faço disso um cavalo de batalha nem tema único de conversa, só gostava que houvesse um pensamento de partilha ou pelo menos um sentido de pertença colectiva, as trutas são de todos e para todos, lá está, parecendo contraditório as trutas são para todos, os que pescam com morte e sem , com minhoca ou com aquela mosca que demorou 15 dias a ser feita e as penas vieram de um galo que vivia no cimo de uma montanha de 3000 mt de altura situada nos confins dos Himalaias..
Não podia de deixar aqui também uma mensagem de apreço aos clubes ou outros responsáveis por concessões, não falo daqueles que tem as concessões e que a esta altura já tem as licenças distribuídas pelos amigos e vão pescar no seu feudo privado , falo daqueles que fizeram muito durante o defeso, protegeram os rios, as trutas e que até em muitos casos criaram situações para uma melhor fixação e reprodução das mesmas..
Acima de tudo desfrutem de cenários maravilhosos e se possível pesquem em segurança com consciência e em consciência..
Confesso que já não vivo com a mesma ansiedade de outros tempos, muito em parte porque a idade nos vai ajudando em algo mas no fundo o desejo de calcorrear uma margem de um rio com águas límpidas , rápidas e bravas continua sempre lá.
Para mim o dia de abertura é sempre reservado para a companhia do meu Pai e Irmão, de quando em vez lá nos acompanham amigos, as coisas são sempre feitas com calma, descontracção e sempre boa disposição, esta data acaba sempre por ser mais uma reunião familiar entre outras, em moldes diferentes unidos por uma paixão comum transmitida pelo meu Pai.
As previsões são de alguma chuva, não me parece que seja o diluvio do ano passado, na maior parte dos casos a mesma vai ajudar nas capturas, os caudais de muitos rios também estão relativamente estáveis e apropriados para a altura do ano, por isso acredito que muitos pescadores poderão fazer o gosto ao dedo no próximo Domingo.
Em capturas este dia nada me diz, como antes disse é mais um ritual do que propriamente uma jornada de pesca com expectativas em alta.
É um dia de corridas nos rios, aglomerados de pescadores e muitos carros estacionados nas margens em pontos estratégicos, como irei efectuar a abertura em águas livres de certeza que encontrarei alguns pescadores velocistas, aqueles que gostam de lançar num spot e correr durante 150 metros para serem os primeiros a lançar num spot mais apropriado, compreendo essa atitude em miúdos de 14 anos, em adultos já me custa um pouco mais , o porquê desse acto até entendo, a abertura das trutas vai matar a fome a muita gente em Portugal...
Quando alguém me conseguir explicar o porquê de alguém efectuar largos km de carro, pagar portagens, alguns pagarem o almoço num restaurante e voltarem para casa com uma ou duas trutas de 20 cm no cesto eu provavelmente irei ter uma mente mais aberta e compreensiva para a pesca com morte em águas livres...
Ao contrario do que possam pensar quando me cruzo nos rios com outros pescadores, falo com todos, claro está se a conversa se proporcionar, dá-me no mesmo se pescam com minhoca ou à pluma, para mim são todos pescadores de trutas a fazerem aquilo que gostam e que lhes dá prazer.
Quando posso lá vou incitando a pesca sem morte, não faço disso um cavalo de batalha nem tema único de conversa, só gostava que houvesse um pensamento de partilha ou pelo menos um sentido de pertença colectiva, as trutas são de todos e para todos, lá está, parecendo contraditório as trutas são para todos, os que pescam com morte e sem , com minhoca ou com aquela mosca que demorou 15 dias a ser feita e as penas vieram de um galo que vivia no cimo de uma montanha de 3000 mt de altura situada nos confins dos Himalaias..
Não podia de deixar aqui também uma mensagem de apreço aos clubes ou outros responsáveis por concessões, não falo daqueles que tem as concessões e que a esta altura já tem as licenças distribuídas pelos amigos e vão pescar no seu feudo privado , falo daqueles que fizeram muito durante o defeso, protegeram os rios, as trutas e que até em muitos casos criaram situações para uma melhor fixação e reprodução das mesmas..
Acima de tudo desfrutem de cenários maravilhosos e se possível pesquem em segurança com consciência e em consciência..
sábado, 21 de fevereiro de 2015
Cinnetic explorer sea bass
Como sabem só por aqui escrevo sobre materiais que já experimentei ou utilizo e tento não escrever sobre os flops do mercado onde eu mesmo já gastei dinheiro em vão.
Escrevo este post porque há artigos low cost que nos deixam a pensar..
À cerca de 2 anos atrás um amigo adquiriu 2 canas da marca Cinnetic , as duas tinham custado perto de 100 euros, as duas...
Bem, depois dessa historia passaram uns meses , eu para ser franco não tinha dado grande importância ao tema , nessa altura começaram os blogues da vizinha Espanha a falar das canas, dos preços e das suas qualidades..
Para ser honesto nunca entendi muito bem algumas correntes de opinião dos nossos amigos galegos, sempre gostaram de pescar com material que por vezes chegaria para pescar atuns, na Galiza pesca-se muito em pesqueiros elevados, onde é necessário içar os peixes a peso e devido a isso precisavam de material forte mas na realidade há muitos pesqueiros que não é necessário o forte e feio.
Acabei por encomendar online uma explorer sea bass 360, por 54 euros de investimento a perda não seria elevada, quando recebi a cana lembro de colocar 5 pacotes de um litro de leite dentro de uma rede e tentar içar a mesma, na verdade consegui fazer a habilidade e logo aí comecei a olhar para esta cana com outros olhos, tinha força e pesava menos de 300 gramas
Tinha comprado a mesma para pescar à zagaia em 2 pesqueiros de altura que de quando em vez frequento, lembro-me de quando a estreei capturei um robalo na casa dos 3.5 kg em que tive que o levantar a peso pelo menos a 3 metros de altura e a cana 5 estrelas.
Faço este post porque ultimamente tenho tropeçado nesta marca em algumas lojas de pesca em Portugal, houve uma altura em que as amostras low cost vieram alterar o paradigma de pesca em Portugal agora acho que esta marca vai fazer pelo menos as marcas Portuguesas pensar de outra forma, também não entendo onde andaram os lojistas nacionais até agora, bastavam ter ido à Internet para verem o sucesso das canas em Espanha, lá as recebemos passados 2 anos...
Só tenho experiência com a cana do titulo do post mas conto já com vários amigos a usar outras versões mais curtas e em bem verdade se diga nada de muito negativo lhes apontam, sendo que ao que parece as novas versões já trazem outros up grades .
Sei que esta cana em questão se fosse da Shimano ou da Daiwa custaria na casa dos 130 aos 150 euros, custa metade porque é de uma marca em lançamento e ainda sem nome no mercado,
Com esta cana já pesquei à zagaia, com jerks, ao buldo e com vinis, quantas canas fazem isto sem comprometer a eficácia ou as dores nas costas? Para mim a praia dela serão todas as amostras que andem entre as 20 e 50 gr e pesqueiros onde se tenha que forçar o peixe ao máximo do limite do material.
Quando vou para pesqueiros duros é já esta cana a eleita e tudo por 54 euros..
Quando dizem que o spinning é uma modalidade cara a afirmação não é de todo incorrecta mas cada vez mais está longe de ser uma certeza.
Não faço futurologia mas aposto que esta marca vai ganhar uma cota de mercado interessante em Portugal, só fico a pensar onde andam as marcas nacionais com a cabeça porque esta marca já colocou muitos pescadores a falarem nela e não tenho lido comentários depreciativos ou vozes dos velhos do Restelo.
Também fico a pensar como é que gasto dinheiro em canas 10 vezes mais caras que fazem quase o mesmo que esta...
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